28 junho, 2007

...

Parvo, raso, pequeno
Grasno como um ganso.
Mas engasgo, como o pato.
Que acho num desabafo
Que nem o despacho.
Uma galinha de pescoço quebrado.
Uma pessoa vestida em branco ramo.
Vê sua sina no mais profundo pranto.
Olha ao lado e vê não só um santo.
Vê também do morto um rosto.
Vê da palma um pano.
Vê em sí humano.
Mas não desiste e segue.
Levando consigo sua prole.
Sem notar que o tempo corre.
Vinte anos não tem.
Muito menos passará dos cem.
Será outra face em breve.
Na magia daquele que escreve.
Do alvo pano, a nota, reze.
Sabendo então,
Que seu tempo na terra passou...


Tentarei melhorar esta...

3 comentários:

Vanessa Lourenço disse...

Gostei muito, obrigada, a boa escrita e o géniuo literário fazem-me elevar...***

Kátia disse...

Parabéns!
A cada ato,a cena se repete.Aplausos/Bis.E ao fechar das cortinas,o artista renova-se e retoma em novo espírito,em escritos densos,porém sem esquecer a poesia.
Eu já estava sentindo falta.
Mais,mais,mais. :)

Laurie disse...

G'day mate
Luv your work
From the land DownUnder
Laurie