Se é que se pode chamar
O bater dessas teclas
Que se movem em festa
E abrem na tela
Aquelas letras piscadas ao cursor...
Mas na alma imortal
Deste ser neo-armorial,
Urge a dor animal
De seu passado ancestral.
Pensa em rima
Escreve acima
Mas esquece da trova
E pensa noutra hora,
Que uma pequena o mima...
Mas sabe, sem demora
Que o cesnalhado céu
Vai se elevar em cores
De manto azul e rubro
Vagando à corcel,
Na noite deste tropel
Onde vagam os brincantes.
E em coloridos cornos,
Vejo brotarem rosas
Que esperam pacientes
O retumbar dessa gente
Que vem celebrar ao menino
E com musica vos deixo
Mais uma vez sem apetrecho,
E sigo a minha estrada
Em busca dessa tão falada terra
Onde ainda se celebra
Como na já passada era.
Eu
Um comentário:
Lindo,intenso,leve e pesado.Forte,simples e direto...senti um misto de coisas ao ler este escrito.
Continue!
:D
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