Mais uma vez ao pensar na existência de um potencial maior me admiro com a falta de resposta. As coisas hoje em dia estão tão degringoladas, que vejo entrar em cena todos os dias no meu quinhão a falta de ¼ do que recebo. É descabido demais! Enquanto de outra forma vejo escrito em palavras de ordem que o retorno é necessário. Esse aqué de valor que me é pago como salário de uma forma constitucional e concursada de emprego. A merreca diária de esforço de um reles funcionário público retornada a origem como esforço recompensado. Em meu entorno não vejo o dinheiro entrar para meus bolsos em retorno ao esforço. Não vejo a mais valia do seu Edgard. Não vejo a justiça. Mas não vejo em lugar algum a justiça! Justiça, não como aquela que usamos diariamente do sistema penal. Não quero que sejam penalizados, beltrano e fulano. Quero apenas que eu não seja prejudicado com a total falta de visão, com a estagnação, e com a falta de compreensão de quem está na situação do poder. Estou falando de alguns e de todas as formas de poder. A sedução do lado negro da força, como no filme para garotos de treze anos de idade, é grande. Mas como no texto de “Hipias maior” de Platão, para pessoas maduras e com doutorado, é escuso perguntar se realmente é vantajoso usar da sapiência para proveito próprio? E para acumular favores em beneficio próprio?
Não acho que é positivo o pensar em benefício das massas. Mas sim pensar em benefício de idéias e ideais. Objetivos. Isso sim são ideais! Os objetivos de valoração do bem coletivo. Os objetivos de fabricação de pessoas melhores! E não o de fabricação de pequenos sacripantas que desvalorizam os que se submetem ao trabalho mais braçal. O pensador existe em todos os que facultam a capacidade de abstrair. Ser é pensar o próprio ser. Agir, e não só agir, mas também fazer o que for possível para construir uma sociedade melhor. Distante de todos os conceitos de acumulação primitiva de capital. Distante de todo esse emaranhado em presente colapso desse sistema que valoriza apenas a degradação dos recursos em detrimento do distanciamento entre as pessoas e suas relações. Desejo, eu, estar. Longe dessa coisa que me agride a alma delicada de pensador. Longe de minha diretriz por acumular riquezas para dar melhores condições de vida para meus descendentes. De que valerá ter descendentes se apenas em escala decrescente da vida eles estiverem? De que vale ter filhos, netos, bisnetos se os recursos que acumulei foram para mim mesmo? Que vale para eu ser apenas um ser? Que seria eu se comesse, sem dó nem piedade, a carne dos meus filhos para não lhes permitir a sobrevivência neste mundo cão?
Sou um sonhador...
Tenho sonhado dia após dia com minha própria liberdade. Mas estou atado ao fundo de uma caverna a ver as sombras projetadas por meus irmãos dançando a minha frente. Estão todos em alvoroço, e eu me pergunto se serei somente eu que me vejo nesta situação: degradado, sujo, maltrapilho, e jogado ao fundo desta caverna atado a grilhões. Essa nossa nova sociedade de consumo me transformou nisso. Um mero escravo. Escravo da própria sociedade. Do próprio sistema. Sou assim mesmo, um produto. Sou um produto preso a mim mesmo, preso por minha própria sombra ao fundo da caverna. E para não morrer em mim, devoro-me todos os dias ao fígado como penitência, aguardando que no dia seguinte ele assim se tenha regenerado para que eu possa comê-lo novamente afim de não morrer de fome. Pois ao que tudo indica, sou um carnívoro faminto de minhas próprias convicções. Venerando meu egoísmo pérfido que me desalma a cada dia. Continuo seguindo sem dó e vou pelo caminho seqüestrando e roubando almas alheias que estão em meu caminho. Tomo-as sem medo e armazeno-as em meu alforje. Para, que, quando meu fígado me faltar eu possa sem medo sobreviver por mais um dia, Comendo ao fígado, cérebro e alma destes que deixo em carcaça pelo caminho.
E como para todas as carcaças, sempre existem aqueles que as devoram famintos, sem perceber que o mais importante do tutano e das tripas lhes foi privado. E da carcaça só sobra a superfície, partes sem valor, que ao serem devoradas e consumidas pouco tem a acrescentar à espécie.
Mas ainda sim, não me preocupo com os que me seguem a devorar as carcaças que abandono. Pois tudo neste atual mundo cão é consumível. Meu cérebro o é, meu corpo o é, minha alma a é. Meu mais profundo desejo o é.
Simples isso. Simples essa relação. Mas complicadas as suas conseqüências. O eterno retorno dos antigos povos, pensadores, místicos, alquimistas, Celtas, Egípcios, Fenícios, Maias, Astecas, Norte Americanos, Africanos, Chineses, Japoneses... O retorno os aguarda. E em 2001 a coisa só despontou. Desabrochada foi a pétala da rosa a se abrir. Contínuo passar do momento. Vida. Viva! Voraz! Audaz. Audazes os que pretendem seguir a diante, mesmo nesta horda. Nesta hora. Nossa oratória.
Sou apenas mais um daqueles especuladores que não se cansam de dizer continuamente o que se pode fazer para melhorar o dia a dia das pessoas. Estou aqui dizendo que ações e royalties não me dizem nada. Apenas as especulações que fazem com que estes produtos sejam valorizados, se é que eles valem alguma coisa. Somos todos produtos desses mesmos royalties, consumimos o que nos está a volta como se fossemos formigas, mas ao contrário das mesmas, nós comemos a rainha do cupinzeiro. Não queremos saber de matar apenas o necessário, não queremos saber de matar apenas para a sobrevivência. Queremos, sim sobreviver à custa da exploração dos nossos inferiores. Somos seres servientes, ora de nós, ora dos outros.
Mas sou carnívoro!
E continuo a viver em paz. Por sorte, sou um daqueles que tem consciência de que sou apenas mais um numa multidão de heróis do dia-a-dia, e sei que sou também o primeiro da fila a ser o devorador e o devorado. Antropófago, comedor de outros seres humanos, de outras partes iguais a mim. Outros, que não eu, são partes de mim, mas ainda sim sou devorado. Sou o devorador, sou um pequeno perdido. Um barco em vendaval sem âncora, e sem a queda. O cão que chorou com suas sete cabeças, Cérbero o devorador que chora. Sofreu sentido... Sem sentido. Depois do massacre encomendado. Formei alguns, mas tenho deixado muitos escapar. Crianças que estão perdidas, e que continuarão perdidas dentro de suas almas, vidas, sem reconhecer o verdadeiro valor de ser. A soberba eclode em ambientes assim. Não posso suportar a soberba de pessoas que não se reconhecem em si próprias, daí, como Cérbero, sou o primeiro a comê-los. Sem medo, com revolta, instigada pela ignorância da soberba suprema! Dessa coisa que pessoas como estes ignorantes fazem.
As palavras apenas são para serem usadas em sentido literário, mas ainda servem para poesia. E da poesia de poética cara. Elevam-me as idéias. E Lanço ao leu diverso sem dó. Mas deixo inequívocas as perdidas sem nó. Deixo flutuada as sem rima. Sambadas as sem letra. Poesias sem mixórdia. Letra sem eira, palavra de beira. Precipício de fundo. Palácio moribundo. Mundo morto dos defuntos.
Alexandre Guimarães
13 março, 2009
06 novembro, 2008
letrado
Preciso é saber,
Deixa de ser,
Pois o importante é
Mais do que agir
Mais que pensar,
Mais que viver,
Estar. Ser
presente em si
estar somente,
ter somente,
só mente
mente...
pra que.
Querer
Mentir ser
Semente
Querente
Congruente...
Inconseqüente,
Impensado.
Vivente,anestesiado
Estasiado,
Estado.
Pensado...
Insensato.
Desajeitado...
Mais uma
Ser um estado,
Ser o despojo.
Mandar um encontro
Ser o encontro...
Estar no centro,
Viver o centro.
Andar pelo centro...
Deixa de ser,
Pois o importante é
Mais do que agir
Mais que pensar,
Mais que viver,
Estar. Ser
presente em si
estar somente,
ter somente,
só mente
mente...
pra que.
Querer
Mentir ser
Semente
Querente
Congruente...
Inconseqüente,
Impensado.
Vivente,anestesiado
Estasiado,
Estado.
Pensado...
Insensato.
Desajeitado...
Mais uma
Ser um estado,
Ser o despojo.
Mandar um encontro
Ser o encontro...
Estar no centro,
Viver o centro.
Andar pelo centro...
sem título ainda
Mulher em minha pena,
Que de leve desliza em sua pele.
E que serena deita nua,
Decúbito em minha cama.
E num enlace frouxo
Deixo teso meu punho.
Toco seu rosto sem medo,
Beijo a face, olhos, cabelo.
Amo cada torso, seus véus.
Deixo louco cada rosto
Semblantes em doce mel.
E vou ainda assim sem crueldade
Deitar-te assim afago cor de jade,
Numa relva de capim...
E do desejo penso eterno,
Por menos que me dure...
E que por mais que seja,
será só meu o teu toque...
sei que você ainda quer minha face
Deste lado perto, tua.
E por outro será você coberta ou nua?
Pouco importa o pano,
Desde que seja meu...
Pouco importa a moda,
Desde que seja minha
Tua carne, teu beijo, corpo
Amor louco,
Doce pouco,
Mas ainda minha...
Mulher amada e sempre minha...
De um louco apaixonado.
Sempre forte,
Apaixonado... amante eterno...
Seu homem...
Homem teu...
Que de leve desliza em sua pele.
E que serena deita nua,
Decúbito em minha cama.
E num enlace frouxo
Deixo teso meu punho.
Toco seu rosto sem medo,
Beijo a face, olhos, cabelo.
Amo cada torso, seus véus.
Deixo louco cada rosto
Semblantes em doce mel.
E vou ainda assim sem crueldade
Deitar-te assim afago cor de jade,
Numa relva de capim...
E do desejo penso eterno,
Por menos que me dure...
E que por mais que seja,
será só meu o teu toque...
sei que você ainda quer minha face
Deste lado perto, tua.
E por outro será você coberta ou nua?
Pouco importa o pano,
Desde que seja meu...
Pouco importa a moda,
Desde que seja minha
Tua carne, teu beijo, corpo
Amor louco,
Doce pouco,
Mas ainda minha...
Mulher amada e sempre minha...
De um louco apaixonado.
Sempre forte,
Apaixonado... amante eterno...
Seu homem...
Homem teu...
18 outubro, 2008
Alegria...
Muito fiz em minha tristeza,
Mas deixei de lado a calmaria...
Vez ou outra furacão...
Tempestade de idéias, ser volumoso.
Fiz de mim um novo ser,
de perdas e de prazeres,
Novos rumos e rumores...
novas almas dirigidas.
Perco-me em minha alma...
peço-me em demazia...
Arranjo a valentia,
E de novo enfrento o divã.
Mas daqueles outros tempos,
De verões sem sol, praia e futebol,
sei que não deixarei chegar...
Determinado em minha estória
pensado em minha vivencia,
Carente em minha vitória
não só mafalda me fez contente,
Apenas serei eu seu poente,
aurora reluzente,
de fartura bem dizente...
Dias atribulados que me deixam contente.
Fazer dileto do meu posto,
bem aventurado o homem bem disposto.
Permanente o ardil do feito posto.
Grande vitória.
Maravilhoso retorno...
gordo um bolso.
Mas deixei de lado a calmaria...
Vez ou outra furacão...
Tempestade de idéias, ser volumoso.
Fiz de mim um novo ser,
de perdas e de prazeres,
Novos rumos e rumores...
novas almas dirigidas.
Perco-me em minha alma...
peço-me em demazia...
Arranjo a valentia,
E de novo enfrento o divã.
Mas daqueles outros tempos,
De verões sem sol, praia e futebol,
sei que não deixarei chegar...
Determinado em minha estória
pensado em minha vivencia,
Carente em minha vitória
não só mafalda me fez contente,
Apenas serei eu seu poente,
aurora reluzente,
de fartura bem dizente...
Dias atribulados que me deixam contente.
Fazer dileto do meu posto,
bem aventurado o homem bem disposto.
Permanente o ardil do feito posto.
Grande vitória.
Maravilhoso retorno...
gordo um bolso.
23 maio, 2008
Meu tempo
Depois do tanto,
Mais um tanto,
Do pouco que faço
Do pobre palhaço.
Escrevo sem pranto
e distante mantenho
meu pobre teclado.
Quero ver o que tenho.
Quero escrito direto,
Correto, sem medo
E disse um poeta como...
Como posso escrever,
se ainda não sou vivo.
E vividos são meus últimos dias.
minha escrita que muda e se transforma,
minha forma que sente
depois escreve...
Mais um tanto,
Do pouco que faço
Do pobre palhaço.
Escrevo sem pranto
e distante mantenho
meu pobre teclado.
Quero ver o que tenho.
Quero escrito direto,
Correto, sem medo
E disse um poeta como...
Como posso escrever,
se ainda não sou vivo.
E vividos são meus últimos dias.
minha escrita que muda e se transforma,
minha forma que sente
depois escreve...
14 fevereiro, 2008
Lá vem um sol!
Diga aos meus mais próximos amigos,
Que quem sabe um dia me acerto...
Não sei porque sou desse jeito?
Sou apenas alguém com um grande peito,
Onde sempre cabe mais um, ou digo...
Mais uma...
Pena que deste mal do século não padeço...
Amor maior dói só, no peito...
Fujo longe da mandinga deste dileto.
Com a outra foram-se, o saco predileto...
E poucos carinhos pra sempre guardados...
Mas com esta...
Dias que sempre viram festa, gritam não é só!
- Pra ti tem sempre mais um! Diz a de sorriso no rosto...
E sei que nunca morrerei de desgosto,
Macambúzio, ou paixonítico...
Sei que das certezas, duvidas não tenho!
Dei que, destas, corroer mais, não tenho!
Sei não tenho nada, e de tudo tenho!
Tenho escrito, dito, não dito, nariz e olho...
Tenho papo, amarro, e se deixar até piolho...
Mas deixo a festa...
Gostaria de cantar em seresta, mas só resta, dizer em pouco...
Que desta cantoria não pratico,
Pois gritar-lhe sol da minha praia! Deixou-me rouco.
Prefiro então sussurar no teu ouvido...
Palavras de deixar outro comovido.
Pois só neste teu pé (que não é o do chulé),
Posso deixar recado tão feliz...
Bola vermelha do meu nariz!
Papo de belo palhaço, pra esta bela palhaça.
Que não deixa de fazer graça,
Mesmo que deixe de lado o cavalo e a lança,
Para ao teu lado fazer rir o outro
Num desembaraço gargalhar a roto...
Prefiro assim meu sol
Quero destoantes e bemol,
Pra divertirem-se em si,
Este belo casal que sorri...
Ou seria só ri...
07 fevereiro, 2008
Hoje tem carnaval?
Gostaria de dizer que talvez um dia eu volte a sofrer,
Mas não por agora...
Tenho pena de minha alma!
Que muito disse a mim nos últimos dias!
Corre! Vai neste desbunde!
Finda será a alegria na quarta que se adia à segunda!
Pula! Vai nesta folia!
Que o dia será do momo gordo de terça!
Veste!
Fantasia aquela cabeça, que só não se perde do pescoço!
Carnaval deste dia!
Sexo amor e melodia, do samba a canção de Davis...
Um tanto contra folião, deitei ao Baco meu bolsão,
Enchi a cara de canção!
E da redonda cerveja, bebi sem medo a nesga!
Tropego estive a pular na cara do boitatá
tropeçando em loroza,
Sorrindo pra loirosa.
Quase furando o bucho do céu...
relembrei o mito do cordel,
Ao som do metal do frevo à meia noite,
pulei sem medo, até sarar o porre...
Hoje, já passados os dias...
Olhos inchados da alegria,
Estomago cheio de terça,
Nesta cinza quarta-feira,
do olho ao popre jejum,
À espera, não finda até a santa ceia...
Mas não por agora...
Tenho pena de minha alma!
Que muito disse a mim nos últimos dias!
Corre! Vai neste desbunde!
Finda será a alegria na quarta que se adia à segunda!
Pula! Vai nesta folia!
Que o dia será do momo gordo de terça!
Veste!
Fantasia aquela cabeça, que só não se perde do pescoço!
Carnaval deste dia!
Sexo amor e melodia, do samba a canção de Davis...
Um tanto contra folião, deitei ao Baco meu bolsão,
Enchi a cara de canção!
E da redonda cerveja, bebi sem medo a nesga!
Tropego estive a pular na cara do boitatá
tropeçando em loroza,
Sorrindo pra loirosa.
Quase furando o bucho do céu...
relembrei o mito do cordel,
Ao som do metal do frevo à meia noite,
pulei sem medo, até sarar o porre...
Hoje, já passados os dias...
Olhos inchados da alegria,
Estomago cheio de terça,
Nesta cinza quarta-feira,
do olho ao popre jejum,
À espera, não finda até a santa ceia...
10 janeiro, 2008
Digo qualquer pros de oposição do meu governo.
Tomate santo!
Toma-te o molho!
Que fecha teu olho
Pra alta de preços do ipc...
Pqp! Que coisa é essa?
Quais tuas metas?
E quem engana?
Verdade insana...
Não existe verdade
Pra quem apenas foge
Deste eterno crescer do aqué
Gasto do bolso e da meia do pé...
Pensa que não te emenda,
Pois até o da lei, decreta.
Pesado no bolso de quem?
Pena que quem paga sou eu!
Proletário trabalhado, ferrado e mal pago!
Mas não deixo pros meus,
Aquilo que o gato comeu...
Brigo apenas pra ter o que prometeu!
Dá-me logo o que por direito é meu!
Minha paz d’alma, por larapio levado,
Minha grana em verde fólio pintado,
Meu teto barato parvamente construído,
Minha conta de banco diariamente esvaziado.
Diga-me com que valores eu tenho direito de viver?
Desde já me dito grato ao seu desembaraço...
Digo já diretas que foram!
Da forma isolita que deixaram esta velha oligarquia...
País meu que tanto cultivo,
Faz-te mais que meu abrigo...
dá me orgulo desta nação!
Adeus CPMF acho que não!
Um Dia Um bobo e singelo elogio....
Dia pensado de palavras arbitrárias...
Do equivoco dos sentimentos opostos...
Deste da alva pele que se foi...
Mergulhado assim num mar ruidoso.
Navegado em sua pequena quilha...
Rasgado naquela quebrada...
Pesado depois dos anos
O passado desta nova forma...
Pena sinto apenas pela rima.
Do toque do navegante das ondas...
Que me empobrece a esgrima...
Desagrada a imaginação.
Mas voltemos do mar desbravadas,
Tantas, quanto pude, varca, das ondas...
Quebrada a estrutura deste que flutua.
Belo e moreno no dorso duma prancha...
Exclamadas pelas que te vêem...
Pensa em tantos, há!
Pensa em hiuhu!
Pensa em dropar!
Não desejo mais te detestar!
Minha bela quilha!
Minha coisa linda!
Minha pequena pranchinha!!
Do equivoco dos sentimentos opostos...
Deste da alva pele que se foi...
Mergulhado assim num mar ruidoso.
Navegado em sua pequena quilha...
Rasgado naquela quebrada...
Pesado depois dos anos
O passado desta nova forma...
Pena sinto apenas pela rima.
Do toque do navegante das ondas...
Que me empobrece a esgrima...
Desagrada a imaginação.
Mas voltemos do mar desbravadas,
Tantas, quanto pude, varca, das ondas...
Quebrada a estrutura deste que flutua.
Belo e moreno no dorso duma prancha...
Exclamadas pelas que te vêem...
Pensa em tantos, há!
Pensa em hiuhu!
Pensa em dropar!
Não desejo mais te detestar!
Minha bela quilha!
Minha coisa linda!
Minha pequena pranchinha!!
27 dezembro, 2007
Para sempre...
Digo-te sem pena, que minha cena vem do mar de minhas imagens,
Faço-te promessa, a outra que me peça: cante em prosa a recita,
E diga-me o que espera desta sesta dormida em pequeno berço...
As pausas mais mundanas, perdidas neste verso aparentemente desconexo.
Deixo quebrada e sem rima, perdidas para sempre com seu regaço...
E como disse o quinteto, foi-te amada para sempre na morte dos dentes,
Sofrida na agonia, horror daquela que constata na dor a insalubre saída,
Não regressa, a outra te tomará da testa e dirá: vai que é meu o laço...
Não chore a falta que te fará o amado, se foi tua a decisão: te deixo...
Falo de alma desarvorada, de cólera empombada,
Não pode me deixar assim, o que é felicidade assim?
Minha morte mais perto, sente meu peito dileto...
Vejo um fim pra este crime.
Faço cama na varanda!
Deito minha alma pelada!
Cubro meu rosto e veste!
Sete palmos abaixo no solo!
Deixo pros pobres meus olhos.
Meu bem mais precioso...
Pros apaixonados deixo os versos...
Pros aniquilados, esperança...
Pros derrotados, vitória...
Pros amados, temperança...
Meus amores, remorsos...
Amigos, saudades...
Família, consolo...
Corpo, carícia...
Toque, pesar...
Beijo, pesar...
Sexo, pesar...
Confiança para sempre quebrada.
Faço-te promessa, a outra que me peça: cante em prosa a recita,
E diga-me o que espera desta sesta dormida em pequeno berço...
As pausas mais mundanas, perdidas neste verso aparentemente desconexo.
Deixo quebrada e sem rima, perdidas para sempre com seu regaço...
E como disse o quinteto, foi-te amada para sempre na morte dos dentes,
Sofrida na agonia, horror daquela que constata na dor a insalubre saída,
Não regressa, a outra te tomará da testa e dirá: vai que é meu o laço...
Não chore a falta que te fará o amado, se foi tua a decisão: te deixo...
Falo de alma desarvorada, de cólera empombada,
Não pode me deixar assim, o que é felicidade assim?
Minha morte mais perto, sente meu peito dileto...
Vejo um fim pra este crime.
Faço cama na varanda!
Deito minha alma pelada!
Cubro meu rosto e veste!
Sete palmos abaixo no solo!
Deixo pros pobres meus olhos.
Meu bem mais precioso...
Pros apaixonados deixo os versos...
Pros aniquilados, esperança...
Pros derrotados, vitória...
Pros amados, temperança...
Meus amores, remorsos...
Amigos, saudades...
Família, consolo...
Corpo, carícia...
Toque, pesar...
Beijo, pesar...
Sexo, pesar...
Confiança para sempre quebrada.
23 dezembro, 2007
Desde já tenho-me dito perdido...
Desde já te digo que só um amigo
daqueles que não me tocam o umbigo
serve pra fazer do castigo
companheiro em uníssono
daqueles que não me tocam o umbigo
serve pra fazer do castigo
companheiro em uníssono
com a língua do fel amargo.
Digo que te folga o aceio
que me falta um arreio
na pobre calha da relação
que verte em dirreção
ao fétido sumidouro.
Do esperançado um depósito
do caminhar truncado trânsito
da palavra dita uma negação
da inaudita imcompreensão
desta moça da escuridão
relego-me assim da alma
pra dizer sem rima
que minha sina
simplismente
finda
com esta oposição...
03 outubro, 2007
Ao sono mórfico, um experimento trágico.
Continuo parido
Desta puta sem marido.
Do caminho retorcido
Da casa mal trapilha.
Da investida, à partida.
Da queda bem doída.
Do olho já cansado,
Do sono embalado.
Da noite alta, à besta.
Da comida a putanesca
Do enjôo em seguida
Do médico a aspirina
De amanhã ao dia.
Do trabalho não querido
Da ja te digo.
Da falta de um amigo.
Do coração ao umbigo
Do peito ao pé.
A preposição prepondera.
O escrito se esvai.
Assim como o dia
um novo experimento cai...
(essa não é das melhores, mas vai assim mesmo...)
Desta puta sem marido.
Do caminho retorcido
Da casa mal trapilha.
Da investida, à partida.
Da queda bem doída.
Do olho já cansado,
Do sono embalado.
Da noite alta, à besta.
Da comida a putanesca
Do enjôo em seguida
Do médico a aspirina
De amanhã ao dia.
Do trabalho não querido
Da ja te digo.
Da falta de um amigo.
Do coração ao umbigo
Do peito ao pé.
A preposição prepondera.
O escrito se esvai.
Assim como o dia
um novo experimento cai...
(essa não é das melhores, mas vai assim mesmo...)
30 setembro, 2007
Ode a Zaquia Jorge

Quando Madureira chorou,
O pranto a um menino embalou.
E da guarda ergue sábia,
Toda a força que Jorge te ensinou.
Jorge de Lança e de trança.
Jorge guerreiro, e primeiro.
Que dança no subúrbio.
Que canta sem distúrbio.
Aquele mulher. Homem.
Aquelê tudo.
Assim falou um samba,
Assim cantou a musica.
Assim ditou a musa...
Mas este Jorge sobrenome de mulher,
Não só Jorge dela é.
Também, aquele que luta ante pé,
Lançado em armadura, contra o dragão.
Valioso e derradeiro, foi-se sem deixar na mão,
Qualquer um que dele se valia.
Mas mesmo ele não deixou a musa.
Que com nome de guerra deixou esta terra,
Ainda assim lavrou seu registro.
Escrito pra aqueles que o temem,
O amam, e fazem dele seu guia.
Jorge de nome Zaquia, mulher guerreira!
Ergueu em Madureira uma verdadeira Cena.
Falou de mim...
Fez em mim...
Brotou de novo tupiniquim...
Aquela velha alma brasileira...
20 setembro, 2007
Na Mão

Sentado estou diante de minha sina,
Vendo horas que se passam sem rima,
Sem trova, com aquela não oferecida rosa
Que ficou pra depois, e esqueceu a graça
Que nem o ar dado foi de prece.
Quem sabe reza da imperfeição dessa pressa.
E sem esta me deixa às avessas.
Sem cheiro ou beijo, sem roça ou troça,
Deixa-me apenas a uma veste que não tira...
Que não veste...
Deixa perdida a rima da própria poesia.
Ao léu deixada num granel nenhuma grama.
Fica sem cheiro o bordel sem a dama,
Fica sem cama a nobreza sem uma puta,
E sem pauta fica minha mal composta peça.
Na ausência da escrita desta tua testa,
Que só me atesta o quanto foge da vida,
Quando a palavra decidida é o sexo da tua grutinha,
Será a mulher perdida pra uma garotinha...
Será a vontade desta puta a minha cornuta...
Será a minha duvida a minha fadiga...
Quando será que teu umbigo encosta o meu outra vez.
Já não quero mais da minha mão tua substituta,
Espero que com poesia conteste...
E me deixe feliz sem tua peste, da fuga.
Já neste drama procuro outra que te jogue fora...
Que me deixe à cama...
E diga que me ama...
Com palavras fartas e boca cheia,
Fale de amar um homem que a mereça.
Faça por, e seja por. Numa noite sem ceia.
Pense mais uma vez amor, vem e te deleita...
Me faça pensar, outra vez quero te ver gozar...
Me diz sem pudor putarias, cheias de amor.
Me faz querer não me deixar te fazer sofrer.
Me faz amor, não mais que eu puder,
Não menos que eu querer...
E frio me deixa,
Nesta queixa,
Assim como diz a musica.
Assim, com o raiar do novo dia...
17 setembro, 2007
Depois de muito tempo a primeira porrada!
Sei que estou há alguns dias sem passar por aqui. Tenho andado escrevendo por estas quebradas meus caminhos pessoais. Por isso dei um tempo pra algumas de minhas paixões... Agora estou aqui, fervendo de idéias e desequilibrado em pensamentos... mas acima de tudo acho que um recado é válido pra quem queiser não me entender, e deixar que este mundo imundo de ilusões de consumo tome conta da lúdica alma que abita habita no homem...
Não estou mais a venda...
Uma viajem fiz aos confins de minha alma,
De lá não pude trazer nenhum suvenir.
E de certa melindra esgueirei minha sina.
Trouxe pra mim, livre a deixar voar,
Minha alma, minha vida pra deixar falar,
Daquele amor estúpido que mantenho.
Essa coisa que não me livro,
Nem mesmo depois de ver no chão o piso
Com minha pêssega bochecha.
Mesmo assim ao pé de minha própria letra.
Sei que ando caminhando pelo mau agouro,
Mas deixo esta de medo pros fracos.
Ando destemido no mais negro escuro.
Ando desarmado e sereno
Pra que não me tenham tempo
De me perguntarem o nome
Quando ao meu pescoço grudarem,
Sabendo o rubro sangue que consomem.
Conhecendo a verdadeira face deste homem,
Sei que não posso esperar sorte alguma,
Dirá talvez minha fortuna,
Ao fim do pacto que fiz,
Ao declarar-me esta puta meretriz.
Deixar meu cérebro pros teus...
Entregar meus ditos a ti!
Escrever assim sem récita...
Que dirá sem pauta!
Direi filhos da puta!
Digo sem medo e nó á goela.
Excremento insólito destes que me apodrecem...
Não irão vencer minha alma!
Pois ela ainda é serena...
Ela ainda escreve!
E mesmo que vocês queiram
Nunca me tocarão...
Minhas idéias e ideais...
Meus verdadeiros amores
Minha vida, minha sina...
Grito a todos os que quiserem ouvir!
E ouvirão...
Meu preço vocês não podem mais pagar não!!!
Não estou mais a venda...
Uma viajem fiz aos confins de minha alma,
De lá não pude trazer nenhum suvenir.
E de certa melindra esgueirei minha sina.
Trouxe pra mim, livre a deixar voar,
Minha alma, minha vida pra deixar falar,
Daquele amor estúpido que mantenho.
Essa coisa que não me livro,
Nem mesmo depois de ver no chão o piso
Com minha pêssega bochecha.
Mesmo assim ao pé de minha própria letra.
Sei que ando caminhando pelo mau agouro,
Mas deixo esta de medo pros fracos.
Ando destemido no mais negro escuro.
Ando desarmado e sereno
Pra que não me tenham tempo
De me perguntarem o nome
Quando ao meu pescoço grudarem,
Sabendo o rubro sangue que consomem.
Conhecendo a verdadeira face deste homem,
Sei que não posso esperar sorte alguma,
Dirá talvez minha fortuna,
Ao fim do pacto que fiz,
Ao declarar-me esta puta meretriz.
Deixar meu cérebro pros teus...
Entregar meus ditos a ti!
Escrever assim sem récita...
Que dirá sem pauta!
Direi filhos da puta!
Digo sem medo e nó á goela.
Excremento insólito destes que me apodrecem...
Não irão vencer minha alma!
Pois ela ainda é serena...
Ela ainda escreve!
E mesmo que vocês queiram
Nunca me tocarão...
Minhas idéias e ideais...
Meus verdadeiros amores
Minha vida, minha sina...
Grito a todos os que quiserem ouvir!
E ouvirão...
Meu preço vocês não podem mais pagar não!!!
12 agosto, 2007
Acho que enlouqueci....

Gostaria de deixar este corpo no repouso.
Tenho muito andado em busca de meu gozo.
Vou passando e deixando marcas pra esse povo.
Venho da parte desta sabia esfinge,
Do Ápis Deus todo poderoso,
Sabe da fúria que leva em seu dorso.
Sabe da expressão pálida no meu rosto.
Vê ao meu lado a esperada consorte.
Que das estranhas palavras do Oráculo,
Não deveria me ser mais que amigo,
Da sua brancura, beleza e seio,
Preferia eu, tê-la esperado na morte.
Mas ávido, e de bom galanteio,
Não perdi dela o menor momento,
De quebra garanti-lhe o sustento,
Nesta fúria mandei o boi ao abate!
E dele nem o mocotó quero!
Por esta alma eu me sacrifico!
Por meu peito mais que grito!
Quero ser mais que só teu amante!
Quero ser pai, e quem sabe vovô.
Quero dar a luz como tu
Quero fazer-te amar mais que eu.
Quero poder dizer toma que o filho é teu...
Tenho muito andado em busca de meu gozo.
Vou passando e deixando marcas pra esse povo.
Venho da parte desta sabia esfinge,
Do Ápis Deus todo poderoso,
Sabe da fúria que leva em seu dorso.
Sabe da expressão pálida no meu rosto.
Vê ao meu lado a esperada consorte.
Que das estranhas palavras do Oráculo,
Não deveria me ser mais que amigo,
Da sua brancura, beleza e seio,
Preferia eu, tê-la esperado na morte.
Mas ávido, e de bom galanteio,
Não perdi dela o menor momento,
De quebra garanti-lhe o sustento,
Nesta fúria mandei o boi ao abate!
E dele nem o mocotó quero!
Por esta alma eu me sacrifico!
Por meu peito mais que grito!
Quero ser mais que só teu amante!
Quero ser pai, e quem sabe vovô.
Quero dar a luz como tu
Quero fazer-te amar mais que eu.
Quero poder dizer toma que o filho é teu...
Volto já
Retrato o que digo dentro de meu castigo...
Sei que tenho refletido mais que o usual...
Sei que minhas entranhas estão amontoadas...
mas que minhas idéias seguem claras...
Mas que noites são escuras...
Mas a vida não há só de ser escrita...
Mas deixo aqui mal escrito o meu dito...
E passo alguns dias no escrito...
Baixo no volume extenso no tamanho...
Encolhido num breve pedaço de meu hd...
Sei que tenho refletido mais que o usual...
Sei que minhas entranhas estão amontoadas...
mas que minhas idéias seguem claras...
Mas que noites são escuras...
Digo que não tenho mais o que dizer...
pois antes de escrever
ainda tenho muito o que viver...Mas a vida não há só de ser escrita...
há de ter a guarida
de algum bom Deus ai...
Mas deixo aqui mal escrito o meu dito...
E passo alguns dias no escrito...
Baixo no volume extenso no tamanho...
Encolhido num breve pedaço de meu hd...
07 agosto, 2007
Nova religião?
Já estive em varios lugares
já pisei em muitos altares
Passei por brancas velas
Orei por negras almas
Salvei amantes e amados
chorei pelos desesperados
Quebrei tabús não decifrados
Enviei almas aos crucificados
Deixei viva a chama dos penados
Lancei alva a mão aos céus.
Sei que posso romper os grilhões
Sei que vou viver à borbotões,
Mas jamais devo esquecer aos sofridos
E amareivos mais que antes
Pois sei que amantes
Agora não mais que antes,
Somos destas massa de teclas
Que digitamos sempre sem fim
no momento da espera de um novo recado,
Seja do novo ou do velho,
Seja do amigo ou não.
Do perto ou distante.
Em busca deste conforto errante
já pisei em muitos altares
já vi muitas imagens
ja adorei a todos os santosPassei por brancas velas
Orei por negras almas
Salvei amantes e amados
chorei pelos desesperados
Quebrei tabús não decifrados
Enviei almas aos crucificados
Deixei viva a chama dos penados
Lancei alva a mão aos céus.
Sei que posso romper os grilhões
Sei que vou viver à borbotões,
Mas jamais devo esquecer aos sofridos
E laçarvos-hei minhas salvas
Farei deles meus seguidoresE amareivos mais que antes
Pois sei que amantes
Agora não mais que antes,
Somos destas massa de teclas
Que digitamos sempre sem fim
no momento da espera de um novo recado,
Seja do novo ou do velho,
Seja do amigo ou não.
Do perto ou distante.
Em busca deste conforto errante
Onde idéias lidas não são mais só suas
Onde religião não segue linhas
Onde o amar não vê fronteiras
Onde o ar não nos impede
Onde a elétrica não choca.
Onde o pobre não é rico
Onde o rico não é pobre...
Esse peradigma das ligaçoes deste mundo da religião digital...
23 julho, 2007
Simplesmente nua

Por onde passo vejo essa lua
Penso a caminhar numa pequena rua
E naquele simples olhar pro céu
Vejo novamente descortinado o véu
Que antes te encobria ao léu
Permitindo-me te ver nua
Deitada nesta bruma
Que agora despacha
Com seu sopro de alegria
Pra amarela campina
Onde rega as flores
Com estes amores
Daquelas noites passadas
Daqueles dias amados
Daquele corpo penetrado
Daquela sensação faceira
Daquela noite primeira
Plena e derradeira
De gozo e de paixão
Sinto falta dessa lua ainda
Que me ama numa cadência
Que vem sem prudência
Atrás do corpo que deseja
E sem medo me possui
Penso a caminhar numa pequena rua
E naquele simples olhar pro céu
Vejo novamente descortinado o véu
Que antes te encobria ao léu
Permitindo-me te ver nua
Deitada nesta bruma
Que agora despacha
Com seu sopro de alegria
Pra amarela campina
Onde rega as flores
Com estes amores
Daquelas noites passadas
Daqueles dias amados
Daquele corpo penetrado
Daquela sensação faceira
Daquela noite primeira
Plena e derradeira
De gozo e de paixão
Sinto falta dessa lua ainda
Que me ama numa cadência
Que vem sem prudência
Atrás do corpo que deseja
E sem medo me possui
Sem volta já partiu
Noutro sol se ilumina
Esta face tão singela
Tão cheia de amor
Ainda guarda rancor
De seu agressor
E perde as estribeiras
Nestas novas brincadeiras
Deixe de lado ó lua
Esta dor tão tua
E venha comigo te deleitar
Na arte deste gozar
Neste vago altar
Onde te propus deixar
A dor sofrida na amargura
O controle desta ditadura
E a tristeza de teu véu
Vem comigo
Viver este amigo
Que deseja contigo
Que agora se mostra
E no fim desta trova
Deita-te um simples beijo
Mais uma vez Lua
Dedico a você meu apreço
Sei que não te mereço
Mas desejo assim mesmo
Simplesmente te amar.
Gostaria muito de uma opinião a respeito desta foto...
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